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DEATHLOOP

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25 de fevereiro de 2021

O mais novo trailer de DEATHLOOP é puro “Déjà Vu”

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Como deve ser viver a sua vida inteira com a sensação de déjà vu?

Não muito bom, se vocês perguntarem ao herói de DEATHLOOP, o Colt. Forçado a viver o mesmo dia de novo e de novo, Colt não consegue se livrar da sensação de que já vivenciou tudo anteriormente. É por isso que ele precisa quebrar o ciclo temporal no qual está preso e finalmente sair da remota ilha de Blackreef. Para isso, ele só terá que lidar com todos os cidadãos homicidas da ilha e com os Visionários autointitulados que protegem o ciclo.

Mas só porque o Colt está preso em um ciclo temporal, não significa que ele (e todos os outros em Blackreef) não vão ter um visual deslumbrante enquanto matam um ao outro. DEATHLOOP não seria um jogo da Arkane se não esbanjasse estilo, e há poucas coisas mais estilosas do que a abertura de um filme de James Bond. Então obviamente DEATHLOOP merece um novo trailer com licença para matar, com sua própria música ao estilo 007, tocada pela estação de rádio da ilha de Blackreef e seu apresentador: o Visionário Frank Spicer “Divagante”.

Encontrando a inspiração

“Criar um novo playground para os jogadores é algo extremamente desafiador e motivante”, afirma o Diretor de Arte Sébastien Mitton. A equipe dele na Arkane se inspirou em livros, filmes, música e locais no mundo real para a criação de Blackreef. “Uma das inspirações principais foi as Ilhas Féroe, que possuem uma atmosfera bastante selvagem e misteriosa.” (Joguem no Google, que vocês vão ver por quê.) A equipe também se inspirou no filme O Enigma de Outro Mundo (Carpenter, 1982). “Adoramos o clima de frio, isolamento e intimidade dessa obra-prima”, diz Mitton. “Mas Blackreef é muito mais do que isso: lá, vocês encontrarão um misto do estilo quente dos anos 1960, da tecnologia, da loucura, das possibilidades e da diversão.”

DEATHLOOP também presta homenagem a alguns filmes de espionagem clássicos dos anos 1960, incluindo os filmes de James Bond. Por sorte, o novo filme do 007 que está para ser lançado, Sem Tempo para Morrer, também se passa em parte nas Ilhas Féroe, embora de uma forma muito mais literal do que em DEATHLOOP, onde o cenário é um mundo fictício inspirado na mística das ilhas.

Porém, construir um mundo de jogo vai muito além de prestar homenagens. Também envolve pequenas celebrações da cultura pop e de locais do mundo real para dar vida a algo novo e diferente. “Existem muitas referências à era de 1930 e 1940 em Blackreef, com bunkers, laboratórios abandonados e estruturas enferrujadas”, diz Mitton. “Nos baseamos em lugares como Pripyat na Ucrânia, Hashima no Japão, e Pyramiden, que é um antigo assentamento de mineração de carvão no arquipélago norueguês. Depois, caímos de cabeça na Guerra Fria e analisamos a série Lost e a sua Iniciativa DHARMA. Essa fonte de mistério foi uma grande inspiração para os nossos artistas.”

Estas inspirações arquitetônicas deram origem a uma ilha isolada, assolada por conspirações de décadas passadas e ocupada por diversas organizações que realizaram experimentos estranhos. Os habitantes atuais da ilha agora colocaram seu estilo nessas gélidas estruturas militares: os oito Visionários e os Eternalistas que os seguem. A estética deles deriva muito mais da pop art dos anos 1960, com roupas chamativas e pichações coloridas que conferem um contraste frívolo aos tons violentos de cinza e vermelho de seus predecessores.

“Estudamos os conjuntos de roupas dos anos 1940 e 1950, que começaram a fazer muito sucesso nos anos 1960 com a chegada da Miss Dior, da Courrèges Couture Future, da Saint Laurent Rive Gauche e da Givenchy Nouvelle Boutique”, explica Mitton. “Este período representa o período da liberdade, da mudança e do fácil acesso a coleções que permitiam que qualquer um se destacasse. Quer melhor forma de viver para sempre?”

Já para os habitantes de Blackreef, a equipe se inspirou particularmente na popular modelo britânica Twiggy, um “emblema dos anos 1960”, afirma Mitton. “Ela nos chamou atenção desde o começo com sua atitude, estilo e olhos supermaquiados. Tudo nela nos convenceu de que a década de 1960 era a escolha certa para uma vida livre de preocupações em um ciclo temporal.”

Lista de filmes que inspiraram DEATHLOOP, por Sébastien Mitton

Querem uma prévia ainda maior dos bastidores de DEATHLOOP? O Diretor de Arte Sébastien Mitton fez uma lista de filmes e temas que inspiraram a visão da equipe para a criação da ilha de Blackreef. Preparem-se para o lançamento de DEATHLOOP com a lista de filmes abaixo.

  • Skyfall (2012 | dir. Sam Mendes) – Decoração magnífica e as Terras Altas escocesas
  • À Queima Roupa (1967 | dir. John Boorman) – Um mundo vazio e árido, o palco de uma vingança
  • O Homem de Palha (1973 | dir. Robin Hardy) – Um assassinato enigmático em uma ilha escocesa
  • À Sombra do Vulcão (1984 | dir. John Huston) – Uma alma torturada durante o Día de Los Muertos no México
  • Fuga de Nova York (1981 | dir. John Carpenter) – Um anti-herói lutando para fugir
  • Os Guerreiros (1979 | dir. Walter Hill) – O caçador e a caça
  • O Enigma de Outro Mundo (1982 | dir. John Carpenter) – Isolamento, condições climáticas extremas, sobrevivência
  • A Forma da Água (2017 | dir. Guillermo del Toro) – Essa estética, especialmente nos laboratórios de pesquisa, ajudou a guiar os artistas em termos de materiais, formas e iluminação
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Anne Lewis

Sr. Global Content Lead