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DEATHLOOP

DEATHLOOP
20 de setembro de 2022

Entrando na toca do coelho com o trailer da história de DEATHLOOP

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Vocês acordam em uma praia sem lembrar de como foram parar lá, ou sequer de quem são.

Uma mensagem misteriosa flutua à sua frente, mandando “quebrar o ciclo temporal”. Vocês estão em uma ilha sem escapatória e cheia de gente que quer a sua cabeça. Vocês morrem, e então acordam na mesma praia. O dia acaba. Praia. Vocês morrem. Praia. É um saco, e não demora muito para vocês decidirem obedecer às mensagens flutuantes para ver se conseguem dar um jeito nesse tal ciclo temporal. Essa é a jornada do Colt em DEATHLOOP. Quebrem o ciclo matando as pessoas responsáveis por preservá-lo e talvez vocês descubram um jeito de sair da ilha de Blackreef.

Estão preparados para se aventurar na toca do coelho? DEATHLOOP está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, e também como parte das assinaturas PlayStation Plus (Extra e Deluxe) e Xbox Game Pass (consoles e PC).

Déjà Vu

A ilha de Blackreef nem sempre esteve presa em um ciclo temporal. Ela já foi uma colônia de pescadores isolada, mas uma anomalia na região acabou chamando a atenção do exército e, mais adiante, dos membros fundadores do Programa AEON. Esses indivíduos e seus seguidores se uniram para explorar a anomalia e criar um ciclo temporal que teoricamente permitiria que eles vivessem para sempre.

Só que a mente humana não foi feita para resistir à eternidade. Depois de um tempo, os habitantes de Blackreef desenvolveram amnésia. No início do jogo, é isso que o Colt está vivendo. Ao abrir os olhos pela primeira vez nesta específica manhã no litoral frio e arenoso de Blackreef, ele tem apenas memórias fugazes e oníricas do dia anterior. Em sua jornada, ele tem a companhia constante de mensagens flutuantes estranhas e das chamadas de rádio de uma mulher chamada Julianna, cujos objetivos constantemente conflitam com os dele, o que será um desafio para o Colt. Devido à amnésia, é só conforme vocês descobrirem mais sobre a história do Colt que ele mesmo vai se conhecer. Vocês vão saber mais sobre o passado dele à medida que investigarem a estranha história da ilha e desvendarem os mistérios de lá.

De Visionários

A peça central de vários desses mistérios são os oito Visionários, que fundaram o Programa AEON e que são as pessoas que vocês precisam matar para dar um fim no ciclo temporal que mantém Blackreef presa em uma repetição sem fim. Cada Visionário tem sua própria história e motivos para estar em Blackreef. Alguns deles querem viver para sempre. Outros querem experimentar ou criar belas obras para sempre. E alguns querem festejar – e comer gente – para sempre. (Você mesmo, Aleksis. Lobão nojento.)

Ao longo do jogo, vocês vão descobrir os hábitos e segredos dos oito Visionários, e então vão tirar proveito disso. Armados com esse conhecimento, vocês poderão atrair os Visionários para fora dos esconderijos deles para alinhá-los em um ciclo perfeito.

O problema é que tem uma Visionária diferente dos demais...

Relacionamento complicado

Julianna Blake. Se Colt é o rato, ela é o gato; a única pessoa no jogo com quem vocês terão contato frequente, e também a pessoa na ilha que mais está determinada a impedir que o Colt quebre o ciclo temporal. O Game Director Dinga Bakaba descreve a relação dela com o Colt como “o coração pulsante de DEATHLOOP”, e tudo no jogo está ligado a eles e a essa rivalidade.

“Ela é a primeira pessoa que você encontra, e ela quer te matar”, diz o Narrative Designer Bennett Smith. “Parte do início do jogo envolve investigar e descobrir por que ela quer fazer isso. A Julianna tem algo em comum com o Colt. A ilha repete sempre o mesmo dia, mas todos os habitantes de lá parecem se esquecer disso, menos ela e o Colt. Então, de certa forma, eles só têm um ao outro para conversar, porque qualquer outra pessoa simplesmente se esqueceria da conversa. Através dessa experiência, ela basicamente tenta fazer o Colt chegar ao nível dela. É ela que dá as cartas. É ela que sabe das coisas. Então ela o chama pelo rádio e o provoca, mas isso também é uma experiência didática em que o Colt faz perguntas sobre o que está acontecendo e ela dá algumas respostas; ênfase em algumas. Conforme o jogador explora esse mundo e descobre coisas, ela vai preenchendo lacunas.”

Bakaba já disse antes que a história do Colt e da Julianna é a história de Blackreef. Eles estão se enfrentando para decidir o destino dessa ilha, e a maioria dos habitantes não faz ideia do que está acontecendo, sabendo apenas que há ordens para caçar o Colt. Eles seguem a mesma rotina todos os dias, alheios ao contexto mais amplo em que estão inseridos.

A Julianna não quer só viver para sempre. Segundo Smith, se alguém perguntasse para ela, a resposta seria que isso é “simples demais”. A Julianna veio para Blackreef por motivos similares aos dos outros Visionários, mas ela mudou ao longo dos anos. Na verdade, graças à amnésia geral, ela foi a única que mudou ao longo dos anos. Então começou a se entediar. Mas agora ela tem o Colt, que repentinamente parece capaz de reter suas memórias entre ciclos, o que voltou a deixar a vida interessante para ela.

“O Colt acorda numa ilha onde tem uma mulher que claramente é o motivo de todo mundo no lugar estar querendo a cabeça dele”, diz Bakaba. “Faria sentido ela ser inimiga dele, só que a Julianna não para de chamar o Colt no rádio. Ela parece fascinada; interessada nas atividades e métodos dele. Esse fascínio é mútuo, porque todo mundo na ilha segue o mesmo roteiro e se esquece de tudo, menos ela. A Julianna acompanha o Colt o tempo inteiro, então grande parte das conversas deles só mostra essa rivalidade; é como um duelo de palavras. De vez em quando, porém, também há momentos de sinceridade. Eles têm muita coisa em comum, só acontece que seus objetivos são muito, muito diferentes.”

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Anne Lewis

Sr. Global Content Lead