
DEATHLOOP
DEATHLOOP se passa no mundo de Dishonored
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Spoilers importantes de DEATHLOOP e Dishonored abaixo.
Para comemorar o décimo aniversário do lançamento de Dishonored, Dinga Bakaba (Studio Director, Arkane Lyon) e Harvey Smith (Co-Creative Director/Studio Director, Arkane Austin) do Arkane Studios se juntaram a Jeff Rubenstein no podcast oficial do Xbox para confirmar formalmente o que alguns fãs com olhos de águia descobriram por conta própria: DEATHLOOP e Dishonored se passam no mesmo mundo.
“Foi legal ver a comunidade perceber as pequenas pistas que espalhamos por aí que sim, de fato, imaginamos que DEATHLOOP se passa no futuro, depois de A Morte do Estranho”, conta Bakaba. “Então, depois de A Morte do Estranho, o Estranho não está mais desempenhando seu papel, obviamente, e sempre nos perguntamos o que aconteceria depois disso. Enquanto trabalhávamos em DEATHLOOP, pensamos: ‘olha, isso é uma das coisas que poderia acontecer depois disso’. Então temos uma linha do tempo com a qual vincular isso”.
Vejam a conversa completa aqui e continuem lendo para ver a linha do tempo que nos leva do império das ilhas às praias de Blackreef.
DEATHLOOP está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, e também como parte das assinaturas PlayStation Plus (Extra e Deluxe) e Xbox Game Pass (consoles e PC).
Apenas mais um lembrete de que haverá spoilers de DEATHLOOP abaixo. Última chance de parar de ler.
De Dishonored a DEATHLOOP – uma linha temporal de acontecimentos
Antes de A Morte do Estranho – um pequeno vilarejo tyviano de pescadores é estabelecido na remota ilha do norte, Blackreef.
Depois de A Morte do Estranho – o declínio do império das ilhas. Tyvia se torna um estado soberano e entra em guerra com outros estados. Enquanto isso, Blackreef se torna alvo de lendas urbanas, já que acontecimentos estranhos se multiplicam pela ilha: pessoas perdidas no tempo, vozes fantasmagóricas do passado, anomalias mágicas, etc.
Anos 30 – o Exército da Pátria (exército tyviano) conduz experimentos em Blackreef com o codinome Operação Horizon para estudar a origem das ocorrências estranhas na ilha, as tais “anomalias”.
- Pista bônus: ao falar sobre a anomalia em DEATHLOOP, Egor Serling diz: “Muito tempo atrás, um incidente cataclísmico na ilha de Blackreef rompeu o tecido do espaço-tempo”. O evento catastrófico a que ele se refere é a morte do Estranho.
1938 – Colt Vahn voa com um foguete experimental até a anomalia, entra nela e some da “nossa” realidade. Ele fica preso no seu próprio ciclo temporal por aproximadamente 17 anos.
1955 – Colt finalmente sai do ciclo temporal e encontra a ilha deserta. Ele consegue consertar um avião e retornar ao continente, onde ninguém acredita na sua história. Ele é capturado e internado.
Fim dos anos 50 – o Programa AEON é criado por Harriet Morse, Egor Serling e Wenjie Evans com o intuito de investigar a anomalia em Blackreef. Egor encontra Colt no manicômio e garante sua liberação.
Início dos anos 60 – uma crise econômica e social gigantesca paira sobre o antigo império. Acredita-se que é possível um colapso total da civilização.
1960 – Colt leva Egor a Blackreef, onde eles descobrem o que sobrou da Operação Horizon. Wenjie consegue utilizar o potencial da anomalia, criando berloques, placas e equipamentos necessários para iniciar um ciclo temporal controlado. O Programa AEON passa a se concentrar oficialmente no controle do ciclo temporal e na preservação da maior esperança da humanidade para um futuro incerto.
1963 – o ciclo temporal AEON é lançado em Blackreef.
- Pista bônus: as pistolas de duelo que Colt e Julianna usam no seu confronto final são descritas como tendo “cartuchos de óleo originais”, ou seja, óleo de baleia. Elas são as mesmas pistolas utilizadas pelos guardas em Dishonored 2.
Saibam mais sobre DEATHLOOP no nosso guia completo.